Brazilian Historic Gardens

 

Árvores são derrubadas no Brasil

Uma notícia triste estampou o jornal Folha de São no 10.07.2014. Uma figueira centenária foi derrubada, em São Paulo no bairro Ipiranga, provocando indignação dos moradores. Enquanto em Portugal pretendem criar roteiros para as árvores classificadas (ou tombadas) no Brasil uma figueira centenária foi cortada para dar lugar a um empreendimento imobiliário. E, este, claro, não é um fato isolado no Brasil, infelizmente, é a regra.

Enquanto em Portugal…

Porto quer roteiro de árvores classificadas

O acervo de árvores classificadas como de interesse público é “generoso” e “motivo de orgulho” para o Porto, o que leva a autarquia a querer lançar em breve um roteiro dos mais de 230 exemplares monumentais existentes na cidade.

Atualmente há 237 árvores municipais, de sete espécies, classificadas como de interesse público no Porto, atributo que as dignifica e que lhes reconhece “caráter benéfico e valioso, não só para a cidade em si mas também para as suas comunidades, para as populações e para os visitantes”, afirmou, em declarações à Lusa, Isabel Lufinha, engenheira do pelouro do Ambiente da Câmara do Porto.

Pelo seu desenho, porte, raridade ou interesse histórico e paisagístico, estes exemplares municipais estão protegidos enquanto monumentos vivos e são hoje “contadores de histórias”, além de serem “elementos riquíssimos em termos botânicos”.

A Ginkgo (ou nogueira-do-japão) no passeio das Virtudes, a Araucária (ou bunia-bunia) no jardim da Cordoaria, o Tulipeiro da Casa Tait, o conjunto de palmeiras no Passeio Alegre e a avenida dos plátanos, também na Cordoaria, são alguns exemplos de árvores classificadas cuja presença não passa desapercebida.

O Porto é uma cidade “extremamente verde” e “há que valorizar esse património”, afirmou o vereador do pelouro do Ambiente e Inovação, Filipe Araújo, que acredita que “a breve trecho” será possível dar a conhecer aos munícipes e a quem visita a cidade o património arbóreo, através de um roteiro turístico, em formato digital ou em papel.

“Temos essa intenção, a ideia é ir recolhendo o maior número e a maior qualidade possível de informação associada a cada uma das árvores e fazermos um mapa, um roteiro turístico, mas desta vez com as nossas árvores classificadas”, frisou também Isabel Lufinha.

A matéria acima foi retirada deste link.

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